segunda-feira, 30 de agosto de 2010

História da Alquimia

http://www.memphismisraim.pt/index.php?option=com_content&view=article&id=4:historia-da-alquimia-maconaria-portugal&catid=7:artigos-maconaria&Itemid=19




A origem da alquimia se perde no tempo, sendo mais antiga do que a história da humanidade. Seu verdadeiro início é desconhecido e envolto em obscuridade e mistério. Assim, seu surgimento confunde-se com a origem e evolução do homem sobre a Terra.

A utilização e o controle do fogo separou o animal irracional do ser humano. Nos primórdios, não se produzia o fogo, porém ele era controlado e utilizado para aquecer, iluminar, assar alimentos, além de servir para manejar alguns materiais, como a madeira. Bem mais tarde conseguiu-se produzir e manufaturar materiais com metal, a partir de metais encontrados na forma livre e posteriormente partindo dos minérios.

Muitos associam a origem da alquimia a herança de conhecimentos de uma antiga civilização que teria sido extinta. Na Terra, já teriam existido inúmeras outras civilizações em diversas épocas remotas, dentre elas várias eram mais evoluídas que a nossa. Estas civilizações tiveram uma existência cíclica, com o nascimento, desenvolvimento e morte ocorrida provavelmente por meio de grandes catástrofes, como a queda de um grande meteoro, inundações, erupções vulcânicas, dentre outras que acabavam por reduzir grandes civilizações a um número ínfimo de sobreviventes ou mesmo por dizimá-las, fazendo com que uma nova civilização brotasse das cinzas. Os conhecimentos sobre a alquimia estariam impregnados no inconsciente coletivo de todas as civilizações até hoje ou poderiam ter sido transmitidos pelos poucos sobreviventes, desta maneira a alquimia teria resistido ao tempo.

Os textos chineses antigos se referem as "ilhas dos bem aventurados" que eram habitadas por imortais. Acreditava-se que ervas contidas nestas três ilhas após sofrerem um preparo poderiam produzir a juventude eterna, seria como o elixir da longa vida da alquimia.
No ocidente, o Egito é considerado o criador da alquimia. O próprio nome é de origem árabe (Al corresponde ao artigo o), com raiz grega (elkimyâ). Kimyâ deriva de Khen (ou chem), que significa "o país negro", nome dado ao Egito na antigüidade. Outros acham que se relaciona ao vocábulo grego derivado de chyma, que se relaciona com a fundição de metais.

Os alquimistas relacionam a sua origem ao deus egípcio Tote, que os gregos chamavam de Hermes (Hermes Trimegisto). Alguns alquimistas o considerava como um rei antigo que realmente teria existido, sendo o primeiro sábio e inventor das ciências e do alfabeto. Por causa de Hermes a alquimia também ficou conhecida como arte hermética ou ciência hermética.

Os relatos mais remotos de doutrinas que utilizavam os preceitos alquímicos, remontam de uma lenda que menciona o seu uso pelos chineses em 4.500 a.C. Ao que parece ela teria aflorado do taoísmo clássico (Tao Chia) e do taoísmo popular, religioso e mágico (Tao Chiao). Porém os textos alquímicos começaram a surgir na dinastia T'ang, por volta de 600 a.C. Na China, o mais famoso alquimista foi Ko Hung (cujo nome verdadeiro era Pao Pu-tzu, viveu de 249-330 d.C.) que acreditava que com a alquimia poderia superar a mortalidade. Atribui-se a ele a autoria de mais de cem livros sobre o assunto, dos quais o mais famoso é "O Mestre que Preserva sua Simplicidade Primitiva".

Teria aprendido a alquimia por volta de 220 d.C com Tso Tzu. O tratado de Ko Hung, além da alquimia trata também da ciência da alma e das ciências naturais. Sua obra trata tanto do elixir da longa vida bem como da transmutação dos metais. Até então a alquimia chinesa era puramente espiritual e foi Ko Hung que introduziu o materialismo, provavelmente devido a influências externas. Ela foi influenciada também pelo I Ching "O livro das Mutações". Posteriormente seguiu a escola dos cinco elementos, que mesmo assim permaneceu quase que completamente mental-espiritual.

Na China a alquimia também ficou vinculada à preparação artificial do cinábrio (minério do qual se extraía o mercúrio - sulfeto de mercúrio), que era considerado uma substância talismânica associada a manutenção da saúde e a imortalidade. A metalurgia, principalmente o ato da fundição, era um trabalho que deveria ser realizado por homens puros conhecedores dos ritos e do ofício. A transformação espiritual era simbolizada pelo "novo nascimento", associada a obtenção do metal a partir do minério (cinábrio e mercúrio).

A filosofia hindu de 1000 a.C. apresentava algumas semelhanças com a alquimia chinesa, como por exemplo o soma cujo conceito assemelhava-se ao do elixir da longa vida. No Egito a alquimia teria surgido no século III d.C. e demonstrava uma influência do sistema filosófico-religioso da época helenística misturando conhecimentos médicos com metalúrgicos. A cidade de Alexandria era o reduto dos alquimistas. O alquimista grego mais famoso foi Zózimo (século IV), que nasceu em Panópolis e viveu em Alexandria, escreveu uma grande quantidade de obras. Nesta época, várias mulheres dedicavam-se a alquimia, como por exemplo Maria, a judia, que inventou o um banho térmico com água muito utilizado nos laboratórios atualmente, o "banho-maria", Kleopatra que possivelmente não seria a Rainha Cleópatra, Copta e Teosébia. Os persas conheciam a medicina, magia e alquimia. A alquimia possuía um pouco da imagem da população de Alexandria, era uma mistura das práticas helenísticas, caldaicas, egípcias e judaicas.

Alexandre "o Grande" foi quem teria disseminado a alquimia durante suas conquistas aos povos Bizantinos e posteriormente aos Árabes. Os árabes, sob a influência dos egípcios e chineses, trouxeram a alquimia para o ocidente ao redor do ano de 950, inicialmente para a Espanha. Construíram-se escolas e bibliotecas que atraiam inúmeros estudiosos. Conta-se que o primeiro europeu a conhecer a alquimia foi o teólogo e matemático monge Gerbert que mais tarde tornou-se papa, no período de 999/1003, com o nome de Silvestre II. Na Itália Miguel Scott, astrólogo, escreveu uma obra intitulada De Secretis em que a alquimia estava constantemente presente. No século X, a alquimia chinesa renunciou a preparação de ouro e se concentrou mais na parte espiritual. Ao invés de fazerem operações alquímicas com metais, a maioria dos alquimistas realizavam experimentos diretamente sobre seu corpo e espírito. Esta retomada a uma ciência espiritual teve como ponto culminante no século XIII com o taoísmo budaizante, com as práticas da escola Zen.

A alquimia deixou muitas contribuições para a química, como subproduto de seus estudos, dentre eles podemos citar: a pólvora, a porcelana, vários ácidos (ácido sulfúrico), gases (cloro), metais (antimônio), técnicas físico-químicas (destilação, precipitação e sublimação), além de vários equipamentos de laboratório. Na China produzia-se alumínio no século II e a electricidade era conhecida pelos alquimistas de Bagdá desde o século II a.C.

domingo, 29 de agosto de 2010

Biocombustível, o Mito do Combustível Limpo

http://www.cienciamao.usp.br/tudo/exibir.php?midia=qne&cod=_quimicaesociedadebiocomb


Este artigo apresenta aspectos ambientais relevantes sobre a produção e o uso do biocombustível, principalmente o álcool, desmistificando a denominação de combustível limpo utilizada, em especial, pelos meios de comunicação, quando se refere a esse tipo de combustível. O artigo procura também mostrar o quanto é importante conhecer os princípios básicos de química, especialmente a química do nitrogênio, para compreender e discutir os destinos da economia do país.

sábado, 28 de agosto de 2010

A Questão do Mercúrio em Lâmpadas Fluorescentes

http://200.144.189.54/tudo/exibir.php?midia=qne&cod=_quimicaesociedadeaquesta


A iluminação artificial teve seu início ao longo do século XIX e foi sem dúvida um marco importante na vida do homem. Este artigo discute alguns aspectos da relação entre mercúrio, lâmpadas fluorescentes e métodos de descontaminação de seus resíduos. Lâmpada fluorescente é um tema ligado à importante preocupação ambiental devido ao seu alto teor de mercúrio, um metal reconhecidamente tóxico. Empresas maiores que as utilizam têm se adequado às legislações ambientais e as remetem, depois de usadas, a empresas habilitadas a realizar reciclagem. Já as de uso residencial são descartadas sem quaisquer cuidados ou são misturadas com os demais resíduos não inertes.

Presidente Lula inaugura campus da UFSCar em evento aberto a toda a comunidade

http://www2.ufscar.br/servicos/noticias.php?idNot=3193


No dia 20 de agosto, o Presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva inaugurou o campus da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), instalado no Município de Sorocaba em 2008. A solenidade contou com a presença da Secretária de Educação Superior do MEC Maria Paula Dallari Bucci; do Governador do Estado de São Paulo Alberto Goldman; além de autoridades da Universidade, de Sorocaba e região e do município de São Carlos. O evento, aberto a toda a comunidade foi acompanhado por alunos, docentes e servidores da UFSCar, além de visitantes de várias cidades da região.

Para o Presidente Lula, a inaguração do campus da UFSCar representa um importante avanço conquistado nos últimos anos no âmbito do Ensino Superior no País, que tem foco no equilíbrio social e na expansão do acesso à Universidade para toda a população. "O investimento na Educação não pode ser considerado um gasto, mas sim o investimento no equilíbrio do desenvolvimento social de nosso País. Quando construimos uma Universidade e colocamos os alunos dentro dela, deixamos de construir celas em penitenciárias", apontou Luiz Inácio Lula da Silva. O Governador de São Paulo Alberto Goldman reconheceu também que os investimentos na Educação refletem os "benefícios oferecidos ao cidadão brasileiro, que têm sido empreendidos em diversas outras áreas."

As atividades da UFSCar em Sorocaba tiveram início em 2006, instaladas provisoriamente na Faculdade de Engenharia de Sorocaba (Facens). Em 2008, as atividades de ensino, pesquisa e extensão passaram a ser realizadas definitivamente no campus da UFSCar na Rodovia João Leme dos Santos, em área doada pela Prefeitura de Sorocaba. O Prefeito Municipal de Sorocaba Vitor Lippi, reconheceu a importância da instalação da Universidade na cidade. "A presença da UFSCar em nossa cidade tem um impacto positivo considerável no desenvolvimento de nossa região. A qualidade do ensino e a credibilidade da Instituição são fundamentais para Sorocaba", destacou.

Targino de Araújo Filho, Reitor da UFSCar, enfatizou em seu discurso a relevância da parceria entre a cidade de Sorocaba e a Universidade e considerou o crescimento da Instituição um marco exponencial no desenvolvimento da Educação no País. "Em 2009, com a implantação do Reuni, saltamos de 37 para 57 cursos de graduação nos três campi da UFSCar, o que nos fez chegar, agora em 2010, a estar atendendo mais de 10 mil estudantes, com previsão de ultrapassarmos os 13 mil alunos em 2012. Ou seja, a meta de dobrarmos o tamanho da UFSCar em 20 anos, projetada em 2004, será concretizada em apenas oito anos", comemorou o Reitor da Universidade. Além disso, Araújo Filho, também reiterou a importância da solenidade de inauguração do campus Sorocaba no ano em que a UFSCar completa 40 anos de atividades.

Simultaneamente ao evento em Sorocaba, o Ministro da Educação Fernando Haddad participou da inauguração do campus Curitibanos da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). As cerimônias foram transmitidas por meio de telões instalados nas duas localidades. Em seu discurso, Haddad ressaltou o programa de expansão do Ensino Superior do Governo Federal e afirmou que até 2012 serão 134 campi em pelo menos mil municípios brasileiros.

Antes de participar da solenidade de inauguração do campus Sorocaba, o Presidente Lula visitou o Laboratório de Química da Instituição, conheceu alguns experimentos desenvolvidos pelos alunos e conversou com os estudantes. 

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Recomendações da OMS para o período pós-pandêmico











Recomendações da OMS para o período pós-pandêmico 

Pandemia (H1N1) 2009 Nota Briefing 23


10 de agosto de 2010| GENEBRA – O mundo está, agora, no período pós-pandêmico. Com base na experiência obtida a partir de pandemias passadas, o vírus H1N1 (2009) deve continuar a circular como vírus sazonal ainda por alguns anos. Embora o nível de preocupação tenha diminuído muito, a vigilância, por parte das autoridades nacionais, continua importante. Tal vigilância é especialmente crítica durante o período pós-pandêmico, no qual o comportamento do vírus H1N1 (2009) como vírus sazonal não pode ser previsto com confiabilidade.
É provável, por exemplo, que o vírus continue a afetar de maneira desproporcional um grupo etário mais jovem, pelo menos durante o período pós-pandêmico imediato. Grupos identificados durante a pandemia como estando em maior risco de doença grave ou fatal, provavelmente permanecerão nesse estado, embora o número de tais casos possa diminuir. Adicionalmente, uma pequena proporção de pessoas infectadas durante a pandemia desenvolveu uma forma grave de pneumonia viral primária que não é comumente vista durante as epidemias sazonais e é especialmente difícil de ser tratada. Não se sabe se tal padrão terá continuidade durante o período pós-pandêmico, o que enfatiza ainda mais a necessidade da vigilância.
A Organização Mundial da Saúde – OMS – divulga, hoje, orientações sobre as atividades recomendadas para o período pós-pandêmico, incluindo pareceres sobre monitoramento epidemiológico e virológico, vacinação e gerenciamento clínico dos casos.
Lembramos às autoridades nacionais de saúde que casos e surtos locais de infecção pelo H1N1 (2009) vão continuar a ocorrer e, em alguns locais, tais surtos podem ter impacto substancial sobre as comunidades.

Recomendações da OMS para autoridades nacionais durante o período pós-pandêmico

Monitoramento da atividade das doenças respiratórias


A OMS recomenda que a vigilância, durante o período pós-pandêmico, inclua:
  • Monitoramento de eventos incomuns, tais como clusters de doença respiratória grave ou morte;
  • Investigação de casos graves ou incomuns, clusters ou surtos, para facilitar a rápida identificação de mudanças importantes na epidemiologia ou na gravidade da influenza;
  • Manter a vigilância rotineira, incluindo em tais atividades casos de doença similar à influenza e casos de infecções respiratórias agudas graves;
  • Manter o uso rotineiro dos canais de transmissão de dados, tais como FluID, FluNet, e EUROFlu, para transmitir os dados obtidos a partir da vigilância de rotina das doenças respiratórias;
  • Notificar à OMS (incluindo, sempre que apropriado, notificações sob a forma prevista no Regulamento Sanitário Internacional) de imediato se quaisquer das seguintes mudanças for detectada:
    • Transmissão sustentada do vírus da influenza H1N1 2009 resistente aos antivirais
    • Casos humanos de infecção por qualquer vírus da influenza que não esteja em circulação entre populações humanas
    • Quaisquer mudanças notáveis na gravidade ou outras características epidemiológicas ou clínicas do vírus H1N1 2009, incluindo mudanças na distribuição etária, aparência clínica, proporção de casos que requeiram gerenciamento intensivo ou aumentos inesperados no número de casos
  • Monitorar o vírus H1N1 2009 para quaisquer mudanças importantes genéticas, antigênicas ou funcionais, tais como sensibilidade aos medicamentos antivirais.


Vacinação


A vacinação continua sendo importante, como meio de reduzir a morbidade e a mortalidade causada pelos vírus da influenza. A OMS recomenda enfaticamente a vacinação das pessoas em alto risco, nos países em que as vacinas contra a influenza estejam disponíveis.
O vírus da influenza H1N1 que causou a pandemia de 2009 continua a circular em algumas partes do mundo, causando níveis variáveis de doença e surtos. Em alguns países, as vacinas sazonais [1] trivalentes que cobrem o vírus H1N1 (2009) estão disponíveis. Em outros países, porém, as vacinas sazonais contra a influenza não são encontrada. A OMS orienta que existe ainda valor de saúde pública no uso de vacinas H1N1 monovalentes (quando disponíveis) para imunizar pessoas em alto risco de doença grave causada pela infecção pelo vírus da influenza H1N1, especialmente quando a vacina trivalente sazonal não esteja disponível.
Tais vacinas monovalentes contra o H1N1 devem ser usadas de acordo com as orientações das Autoridades Reguladoras Nacionais. A OMS continuará recebendo consultoria do Grupo Consultor Estratégico de Especialistas (SAGE) durante toda a evolução dessa situação.


Gerenciamento clínico


Pessoas suspeitas de doenças causadas pela influenza devem receber o cuidado clínico apropriado. As orientações da OMS para gerenciamento clínico, referentes tanto à influenza sazonal como à sua forma pandêmica, são úteis. O vírus H1N1 (2009) deve continuar a circular como vírus sazonal durante alguns anos. Os casos de doença grave, em indivíduos em maior risco, bem como em pessoas saudáveis, têm probabilidade de vir a ocorrer. A detecção precoce e o tratamento apropriado de tais casos continuam sendo importantes. As orientações da OMS para uso de medicamentos antivirais, que se referem tanto à influenza sazonal como à pandêmica, devem continuar sendo seguidas.
Grupos em maior risco de doença grave causada pelo vírus pandêmico H1N1 incluem crianças pequenas, grávidas e pessoas com condições respiratórias ou crônicas subjacentes, incluindo asma e diabetes. Pacientes que tenham influenza grave ou que venha a piorar devem ser tratados com oseltamivir o mais rápido possível. Pacientes que estejam em maior risco de ser acometidos pela forma mais grave ou por complicações da influenza devem ser tratados com oseltamivir ou zanamivir o mais rápido possível.

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

'Influenza A' H1N1


O que é?
É uma doença causada por uma das mutações (geralmente H1N1) do vírus Influenza A. Portanto, é um vírus novo, com material genético desconhecido para o sistema imunológico das pessoas. Este novo vírus surgiu devido a uma grande variação antigênica do vírus Influenza.
Tal fenômeno acontece a intervalos irregulares que variam de 10 a 40 anos. É uma doença respiratória aguda, altamente contagiosa, que afetou todo o mundo rapidamente em 2009 porque as pessoas não tinham imunidade contra ele. A OMS fez alerta de pandemia (alerta epidemiológico nível 6) em 11/06/2009 pela gravidade da situação.
O relatório anunciou 17 mil mortes de norte-americanos, sendo 1800 crianças até agora. O CDC estima que 41 a 84 milhões de casos de H1N1 ocorreram entre abril de 2009 e 16 de janeiro de 2010. Já nos porcos, a doença é considerada endêmica nos Estados Unidos, e surtos ocorreram na América do Norte e do Sul, Europa, África e partes do leste da Ásia.
Como ocorre?
O vírus se dissemina entre os porcos por aerosol da secreção respiratória destes pelo contato direto ou indireto. Eles podem ser infectados por vírus Influenza das aves, de humanos bem como de Influenza suíno. Os porcos podem ser infectados ao mesmo tempo por mais de um tipo de vírus, o que permite que estes se misturem. A infecção em humanos por Influenza suíno pode ocorrer em casos isolados ou surtos. Esta doença pode surgir após contato da pessoa sadia com porco infectado ou de pessoa sadia com pessoa infectada. No entanto, neste momento não há qualquer confirmacão de transmissão entre porcos e humanos.
Assim, como na gripe comum, o contágio entre as pessoas se dá através de secreções respiratórias como gotículas de saliva ao falar, espirrar ou tossir. Uma pessoa pode infectar outra desde um dia antes da doença aparecer até 7 dias (crianças até mais que isso) após sua resolução. Após contato com vírus, o indivíduo pode levar de 1 a 4 dias para começar a apresentar os sinais e sintomas da doença.
O que se sente?
Os sintomas lembram os sintomas da gripe. O individuo afetado pode ter início abrupto de febre alta associado à tosse, dores musculares e nas articulações (“juntas”), dor de cabeça, prostração, coriza, garganta inflamada, calafrios e, às vezes, vômitos e diarreia. A doença pode evoluir para falta de ar e insuficiência respiratória seguida de morte. Contudo, a grande maioria dos casos evolui espontaneamente para cura sem apresentar complicações.
Como se evita?
Estes casos de gripe suína podem ocorrer em qualquer época do ano. Contudo, tem incidência maior no outono-inverno nas zonas temperadas do globo. Muitos países vacinam rotineiramente as populações suínas contra este vírus.
Para os humanos, este ano, já há vacina liberada para uso e o Ministério da Saúde definiu o calendário completo para vacinação contra esta enfermidade, e se estima que 91milhões serão vacinados no Brasil. Ela será gratuita, e será dividida em cinco fases conforme o público alvo.

domingo, 15 de agosto de 2010

Projetos Meio Ambiente

Este projeto teve início em 2008, continua até hoje, na escola estadual Armando Rizzo, cidade de Votorantim, estado de São Paulo, onde foi trabalhado no período letivo, apresentado no final do ano em uma feira científico-cultural na escola, onde obtivemos o apoio da Secretaria do Meio Ambiente do município de Votorantim, pelo Secretário Elzo Savella, este projeto somente aconteceu quando todos os professores desta Unidade Escolar aderiram a ideia de participar.
No dia 14 de Outubro de 2008, foi convidado para a abertura da primeira feira científico-cultural "Semeando o Rizzo" todas as escolas da Diretoria de Ensino da Região de Votorantim e toda comunidade escolar e autoridades do município e da própria diretoria de ensino.
O mesmo aconteceu no ano seguinte de 2009, este ano a feira científico-cultural "Fragmentos", acontecido no dia 27 de Novembro, teve apoio de mais secretarias do município da cidade, Secretaria da Cidadania, Secretaria do Meio Ambiente, Secretaria da Saúde Pública e Secretaria da Educação, e, micro-empresários da região escolar, onde divulgaram suas propostas para o meio ambiente.
Neste evento também foi entregue as medalhas aos alunos que participaram da Olimpíada Brasileira de Astronomia - OBA. A UFSCar também esteve privilegiando o evento da Unidade Escolar.
Neste mesmo ano a UFSCar, pelo representante Profº Dr. Fábio Leite comunicou que a escola seria a primeira a receber o programa PFC - Programa Futuro Cientista para o ano de 2010.
Este ano a escola com o apoio do PFC estará melhorando a cada dia mais juntamente com o corpo docente a feira científico-cultural deverá ocorrer na ultima semana de novembro.

PFC

Programa Futuro Cientista

Programa a realizado na Escola Estadual Armando Rizzo, na cidade de Votorantim, estado de São Paulo, Brasil

Integrantes do programa alunos da escola a partir da 5ª série / 6º ano do ensino fundamental ciclo II e ensino médio, participam de projetos, congressos e olimpíadas escolares com o apoio de Professores da escola e da UFSCar participantes do PFC.

Venha fazer parte deste programa.