sábado, 4 de novembro de 2017

AVALIAÇÃO 4º BIMESTRE 2017

AVALIAÇÃO 4º BIMESTRE 2017

QUÍMICA

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A Avaliação estará disponível apenas no dia 06/11/17 à 24/11/17 até o horário das 12h, durante a aula de Química.
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A Avaliação estará disponível apenas no dia 06/11/17 à 24/11/17 até o horário das 12h, durante a aula de Química.
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A Avaliação estará disponível apenas no dia 06/11/17 à 24/11/17 até o horário das 12h, durante a aula de Química.
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FÍSICA

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A Avaliação estará disponível apenas no dia 06/11/17 à 17/11/17 até o horário das 12h, durante a aula de Química.
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BIOLOGIA

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A Avaliação estará disponível apenas no dia 06/11/17 à 24/11/17 até o horário das 12h, durante a aula de Química.
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terça-feira, 12 de setembro de 2017

Windy - Em tempo real de fenômenos naturais

Site para verificação das correntes marítimas e eventos fenômenos naturais.


AVALIAÇÃO 3º BIMESTRE 2017

AVALIAÇÃO 3º BIMESTRE 2017


QUÍMICA

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A Avaliação estará disponível apenas no dia 12/9/17 à 22/9/17 até o horário das 12h, durante a aula de Química.
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1 EM A
https://goo.gl/forms/WRmiXmDvQSZ6Dnxx1
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1 EM B
https://goo.gl/forms/WRmiXmDvQSZ6Dnxx1
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1 EM F
1 EM F
https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdap3Y5-hK-oyCFFs_mVE0ZaOMfpXi_3Th70c08-VAHoqk0RQ/viewform?usp=sf_link


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A Avaliação estará disponível apenas no dia 12/9/17 à 22/9/17 até o horário das 12h, durante a aula de Química.
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A Avaliação estará disponível apenas no dia 12/9/17 à 22/9/17 até o horário das 12h, durante a aula de Química.
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FÍSICA

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A Avaliação estará disponível apenas no dia 12/9/17, durante a aula de Física.
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BIOLOGIA

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AA Avaliação estará disponível apenas no dia 18/9/17, durante a aula de Biologia.
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1 EM F


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sexta-feira, 9 de junho de 2017

AVALIAÇÃO 2º BIMESTRE 2017

AVALIAÇÃO 2º BIMESTRE 2017

QUÍMICA

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1 EM

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2 EM

https://goo.gl/forms/QyBSJYmFcm12FPEb2

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3 EM


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FÍSICA

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2 EM

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sexta-feira, 7 de abril de 2017

AVALIAÇÃO 1º BIMESTRE 2017

AVALIAÇÃO 1º BIMESTRE 2017


QUÍMICA

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1 EM

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2 EM

https://goo.gl/forms/Xx7g4WE30ENzkAu33

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3 EM


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FÍSICA
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2 EM

https://goo.gl/forms/MzX8JjdcPZOeGy7D2

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terça-feira, 4 de abril de 2017

Cientistas propõem nova definição de planeta que inclui Plutão

Cientistas propõem nova definição de planeta que inclui Plutão

Se a proposta for aceita, poderá adicionar 100 novos astros à lista de planetas do nosso sistema solar – incluindo planetas anões e a Lua

Um grupo de cientistas da Nasa divulgou recentemente um manifesto que pede a alteração da definição de planeta. Se aceita, a mudança poderá incluir 100 novos astros à lista de planetas conhecidos do nosso sistema solar – entre eles, Plutão e a Lua. Os pesquisadores apresentarão a proposta durante a Conferência Anual de Ciência Planetária e Lunar (LPSC, na sigla em inglês), que ocorrerá de 20 a 24 de março, nos Estados Unidos.
A alteração que o grupo está tentando aprovar determina que os corpos celestes do nosso sistema solar não precisam orbitar o Sol para ser considerados planetas. Em vez disso, propõem que apenas suas propriedades físicas sejam consideradas na hora de fazer a classificação – e não sua interação com estrelas. Segundo eles, a maioria das pessoas assume que todos os corpos celestes que não são considerados planetas “deixaram de ser suficientemente interessantes para justificar sua exploração científica”. A nova classificação chamaria a atenção das pessoas para esses astros, destacando sua importância para a ciência.
A equipe é liderada por Alan Stern, cientista da Nasa que está à frente da missão New Horizons, enviada em 2009 em direção a Plutão. Em 2015, a sonda conseguiu efetuar com sucesso o primeiro vôo rasante já feito sobre o planeta anão, e desde então, tem explorado o cinturão de Kuiper, região nos confins do sistema solar, e enviado fotos em alta resolução para a Terra.

A mudança

No momento, a nova proposta de classificação aguarda aprovação da União Astronômica Internacional (IAU, na sigla em inglês). Segundo os critérios atuais do órgão, para ser considerado um planeta, o corpo celeste deve orbitar o nosso Sol e ter dominância orbital na zona em que está – quando não há nenhum outro objeto de tamanho parecido além de seus satélites –, afirmação que Stern e sua equipe desconsideram na proposta. Para eles, uma definição que inclua corpos que orbitem outras estrelas e tenham objetos de qualquer tamanho ao seu redor seria mais adequada.
Simplificando, a equipe define planetas como “objetos redondos no espaço que são menores do que estrelas”. Segundo os cientistas, essa classificação é mais abrangente e se aproxima do uso comum da palavra, além de ser mais fácil para estudantes e o público em geral compreenderem. Apesar de parecer muito ampla, ela exclui estrelas e outros objetos como buracos negros.
Apesar de orbitar o Sol, seguindo os critérios da IAU, Plutão deixou de ser considerado um planeta por não possuir dominância orbital, sendo “rebaixado” para a classificação de planeta anão em 2006. Com a mudança na definição, o astro poderia retornar ao seu status anterior, assim como a Lua também poderia ganhar o novo título. Na verdade, muitos outros corpos celestes do nosso sistema solar também entrariam na lista, incluindo as quatro luas de Júpiter e Titã, o maior satélite natural de Saturno.
Segundo Stern e sua equipe, além dos critérios da IAU serem muito restritos, mesmo alguns astros que são considerados planetas atualmente não conseguem cumpri-los totalmente. A Terra, por exemplo, possui um grande número de objetos que viajam em torno de sua órbita, o que não satisfaz completamente o critério da dominância orbital. Além disso, para que a dominância orbital exista, explicam os cientistas, é necessário delimitar uma zona – e, para eles, a classificação de um planeta não deveria ser feita com base em medições de distância, e sim nas suas propriedades físicas intrínsecas.
http://veja.abril.com.br/ciencia/cientistas-propoem-nova-definicao-de-planeta-que-inclui-plutao/

sexta-feira, 31 de março de 2017

Cozinhar em panelas de alumínio é perigoso

Cozinhar em panelas de alumínio é perigoso

Revista SuperInteressante
Sabe aquela panela de alumínio antiga, que você ganhou da sua avó? Pode usar sem medo: esse é mais um daqueles mitos sem pé nem cabeça. É verdade que as panelas de alumínio podem soltar partículas do metal, principalmente se forem de qualidade inferior. E é fato também que o acúmulo de alumínio (e outros metais) no organismo facilita o desenvolvimento de doenças degenerativas, como os males de Alzheimer e Parkinson. Mas a preocupação é desproposital. “Pesquisas provaram que a quantidade de alumínio liberada pelas panelas é muito pequena, incapaz de ter esse efeito devastador sobre a saúde”, afirma Daniel Magnoni, cardiologista e nutrólogo do Hospital do Coração e do Instituto Dante Pazzanese, de São Paulo. Segundo estudo feito pelo Instituto de Tecnologia de Alimentos, em Campinas, alimentos preparados em panelas de alumínio contribuem com apenas 2% do limite máximo de ingestão diária do metal (1 miligrama por quilo de massa corporal), dose mais do que segura, na avaliação da Organização Mundial da Saúde (OMS).
Conclusão: panelas de alumínio trazem perigo zero para a sua saúde. “Mas nem por isso são a opção mais saudável para cozinhar”, afirma a nutricionista Roseli Rossi. Outros tipos de panela, como a de vidro, são melhores, porque evitam a proliferação de bactérias e não transferem resíduos para os alimentos.
E as panelas de ferro, como ficam?
A voz do povo costuma recomendar o uso da panela de ferro, que ajudaria na prevenção da anemia. Mas, na opinião da nutricionista Roseli Rossi, trata-se de uma solução pouco prática. “Não é uma panela fácil de usar. O cozimento é demorado, os alimentos grudam e é difícil de limpar. Em caso de carência de ferro, é muito mais cômodo caprichar na alimentação, ingerindo alimentos ricos nesse nutriente, como carnes, folhas verdes e grãos, ou tomar um suplemento”, diz. A nutricionista alerta para outro problema: nem sempre o ferro faz tão bem assim à saúde. “O excesso de ferro está associado a males cardíacos”, diz.
O ranking
1. DE VIDRO
Evita a proliferação de bactérias e não transfere resíduos para os alimentos.
2. ESMALTADAS E ÁGATA
O revestimento de esmalte age como barreira contra bactérias e a limpeza é bico.
3. ANTIADERENTES
A camada de Teflon evita que o alimento grude. O material esteve sob suspeita de ser cancerígeno – o que não foi confirmado. 
4. CERÂMICA E BARRO
O cozimento é lento, mas a comida fica quente por mais tempo. Peças de baixa qualidade podem soltar chumbo, que causa intoxicação.
5. INOX
Feitas de liga de ferro, cobre e níquel, permitem cozimento uniforme, sem grudar. Mas podem liberar os metais de sua composição, provocando alergias.
6. FERRO
As panelas liberam ferro, substância que pode ajudar a combater a anemia. Mas em excesso esse nutriente é perigoso para quem sofre de problemas cardíacos. 
7. ALUMÍNIO
Barata, não traz prejuízos para a saúde.

sábado, 29 de outubro de 2016

RELATÓRIOS 4 BIM 2016

RELATÓRIOS 4 BIM 
2016

FÍSICA

1 EM 

Relatórios manuscritos

2 EM

Relatórios manuscritos

3 EM

Relatórios serão liberados 31/10/2016, após às 12h

https://goo.gl/forms/vO2DjuJ0pOYnxBEm1


QUÍMICA

1 EM 

Relatórios serão liberados 31/10/2016, após às 12h

https://goo.gl/forms/aBAjmm0oZPsnNcwl2


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terça-feira, 28 de junho de 2016

Será que o detector de ondas gravitacionais encontrou a matéria escura?

A equipe da John Hopkins, liderada pelo pós-doutor Simeon Bird, ficou intrigada com a massa dos buracos negros detectados pelo Ligo, um observatório que consiste de dois extensos sistemas de detecção em formato de “L” ancorados no chão. Um fica em Lousiana e o outro no estado de Washington, ambos nos EUA.

As massas de buracos negros são medidos em termos de múltiplos do nosso sol. Os objetos que colidiram e geraram a onda detectada pela Ligo - um projeto conjunto do Instituto de Tecnologia da Califórnia e do Instituto de Tecnologia de Massachussetts-  tinham massas equivalentes a 36 e 29 massas solares. São muito grandes para se adequarem às previsões de tamanho da maioria dos buracos negros estelares, as estruturas ultra-densas que se formam quando estrelas colapsam. Mas também são muito pequenos para se adequarem às previsões de tamanho de buracos negros super massivos no centro das galáxias. Os dois objetos detectados pela Ligo, no entanto, se encaixam na faixa de massa esperada de buracos negros “primordiais.”

Acredita-se que buracos negros primordiais se formaram não a partir de estrelas, mas do colapso de grandes expansões de gases, durante o nascimento do universo. Embora sua existência ainda não tenha sido estabelecida com certeza, buracos negros primordiais foram sugeridos, no passado, como uma solução possível para o mistério da matéria escura. Por causa da falta de evidência sobre eles, no entanto, a hipótese “a matéria escura corresponde aos buracos negros primordiais” não ganhou muitos seguidores entre os cientistas.

Os achados do Ligo, no entanto, permitem o surgimento de novas prospectivas, especialmente porque os objetos detectados naquele experimento estão de acordo com a massa prevista para matéria escura. Previsões feitas por cientistas no passado apontaram que as condições no nascimento do universo teriam produzido muitos desses buracos negros primordiais, distribuídos, de modo geral, igualmente pelo universo, agrupando-se em formato de auréola no entorno de galáxias. Tudo isso torna eles bom candidatos para serem matéria escura.

O time da John Hopkins calculou quão frequentemente esses buracos negros primordiais formariam pares binários e, eventualmente, colidiriam. Levando em consideração o tamanho e formato alongado que acredita-se caracterizar a órbita de um buraco negro primordial binário, a equipe chegou à uma taxa de colisão que confere com os achados do Ligo.
http://www2.uol.com.br/sciam/noticias/sera_que_o_detector_de_ondas_gravitacionais_encontrou_a_materia_escura_.html